quinta-feira, 18 de abril de 2013

Venda de games nos EUA só deve crescer com GTA 5 e novos consoles, diz analista

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Nesta quinta-feira (18), o órgão NPD Group vai revelar os dados de vendas na indústria dos games nos Estados Unidos – e eles não devem ser nada animadores, de acordo com o analista Arvind Bhatia, da agência Sterne Agee.
Em uma conversa com investidores, Bhatia disse que março deve ser um mês para ser esquecido, já que as vendas devem ter caído de 10% a 15%. E fica pior: a situação deve ser a mesma até setembro, com a possível chegada de Grand Theft Auto V, ou com o anúncio oficial e o lançamento dos próximos consoles de Sony e Microsoft.
Nem mesmo as grandes atrações do mês conseguiriam mudar esse panorama: BioShock Infinitenão deve passar das 750 mil cópias vendidas para Xbox 360 e PS3 (o NPD Group não contabiliza games para PC) e Tomb Raider, apesar do sucesso de estreia, não manteve o mesmo ritmo nas semanas seguintes.

Revelada a capa de Beyond: Two Souls

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Embora esteja com o lançamento marcado para outubro de 2013, Beyond: Two Souls já ganhou a sua capa. De acordo com o PlayStation Blog, a empresa trabalhou em conjunto com a Quantic Dream para escolher uma imagem que parecesse “cinematográfica” o bastante, e também fosse capaz de passar a carga da jornada emocional na qual o game promete levar o jogador.
Na postagem do blog, é dito que foi um grande desafio escolher a imagem, como procurar uma agulha no palheiro. Afinal, Beyond: Two Souls mostra absolutamente todo o percurso da vida da protagonista, então qual seria o melhor momento, idade e cenário para retratá-la. A imagem escolhida mostra Jodie no olho da tempestade, porém em paz, o que retrata a sua constante batalha com incrível dom que ela recebeu.

Bungie fala um pouco mais sobre o novo Destiny

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A Bungie está preparando uma nova propriedade intelectual a ser lançada no mercado possivelmente ainda no final deste ano e que também pretende acertar a próxima geração dos consoles. No entanto, desde que Peter Molyneux popularizou a desconfiança de quaisquer informações provenientes dos bastidores da produção de games, a companhia aproveitou para ir liberando homeopaticamente pequenos teasers de conteúdo sobre a vindoura obra.
Felizmente, Joseph Staten, roteirista e diretor de design e Christopher Barrett, o diretor de arte da mais nova produção da desenvolvedora finalmente deram uma grande entrevista para explicar um pouco mais sobre Destiny. As informações foram fornecidas com exclusividade ao site AusGamers, que aproveitou para tentar saber o máximo possível sobre o enredo do título —
Com o legado da poderosa franquia Halo nas costas, os desenvolvedores da Bungie puderam explorar quase livremente todas as áreas que tiveram vontade em Destiny. Staten e Barret descrevem o projeto como sendo o primeiro shooter em um mundo compartilhado (“Shared-world shooter).
Destiny pretende jogar pela janela todos os paradigmas de jogos FPS, incluindo a ideia de um menu de apresentação principal. Além disso, tudo acaba sendo mais divertido quando você está jogando ao lado de seus amigos. E é exatamente por essa razão que a campanha de principal do título não visa ser uma experiência solitária.
Anos de jogatina
Outra particularidade que certamente será um dos atrativos principais de Destiny é a campanha que terá duração de 10 anos (na história). A aparência do mundo futurista deve ficar em um patamar mais ou menos como “quando Senhor dos Anéis encontra Star Wars”. Ainda assim, os ambientes são baseados em futuros possivelmente reais que podem nortear a humanidade, sempre pensando em um enredo coerente.
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A entrevista integral ainda traz muito, mas muito mais novidades para quem está se mordendo de curiosidade para conhecer o novo jogo da Bungie. Se for esse o se caso, faça a si mesmo o favor de clicar aqui, pegar um dicionário de inglês ao seu lado, e descobrir várias novidades sobre a nova propriedade intelectual.
Infelizmente ainda não sabemos quando o game será lançado. Em todo caso, Destiny deve ter versões para Xbox 360 e PlayStation 3, sendo que PlayStation 4 e o novo console da Microsoft também sejam contemplados em um futuro próximo. Vale lembrar que a desenvolvedora pretende fazer as primeiras demonstrações do game durante a Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano. Agora a coisa ficou séria”

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Saiba quais são os games mais procurados no TrocaJogo

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O TrocaJogo, plataforma online que permite jogadores trocarem games, já realizou mais de 160 mil trocas entre os mais de 110 mil usuários cadastrados no site.  O serviço foi desenvolvido pela Astéria Internet Solutions, que criou um sistema de validação de cadastros, para reduzir possíveis fraudes nas trocas.
Os jogos para PlayStation 3 são campeões de trocas. O jogo mais trocado entre os participantes é o Max Payne 3, com 458 trocas em março de 2013, seguido por Resident Evil 6, com 428. No entanto, os jogos mais procurados para troca são Tomb Raider e God of War: Ascension que, coincidentemente, é o mais ofertado entre os players junto ao God of War 3, da mesma franquia.
As estatísticas do site mostram que o game mais trocado pelos jogadores de Xbox 360 é o Far Cry 3, com 192 trocas também no período de março deste ano, acompanhado pelo Max Payne 3, com 190. O jogo de Xbox 360 mais solicitado pelos usuários também é Tomb Raider. Na segunda posição está Far Cry 3, que figura também entre os mais trocados. Já entre os mais ofertados estão Gears of War 3 e Call of Duty: Black Ops 2.
Jogos mais trocados em março de 2013 - PlayStation 3
  1. Max Payne 3
  2. Resident Evil 6
  3. Assassin's Creed 3
  4. Uncharted 3: Drake's Deception
  5. Call of Duty: Modern Warfare 3
  6. Far Cry 3
  7. Call of Duty: Black Ops 2
  8. Battlefield 3
  9. Batman: Arkham City
  10. The Elder Scrolls 5: Skyrim
Jogos mais trocados em março de 2013 - Xbox 360
  1. Far Cry 3
  2. Max Payne 3
  3. Call of Duty: Black Ops 2
  4. Resident Evil 6
  5. Battlefield 3
  6. Assassin's Creed 3
  7. Gears of War 3
  8. Halo 4
  9. Forza Horizon
  10. Call of Duty: Modern Warfare 3

Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in

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Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in
Por mais que o mundo da tecnologia evolua em ritmo extremamente rápido, nenhum aparelho está livre de apresentar problemas. Embora novos materiais e técnicas de fabricação garantam uma qualidade e durabilidade cada vez maior aos produtos que chegam às lojas, muitas vezes basta tirar um dispositivo da caixa para que um defeito venha à tona.
Quando se fala especificamente de displays, um velho inimigo dos consumidores parece voltar à tona de tempos em tempos: o famoso efeito “Burn-in”, em que determinadas imagens ficam “queimadas” na tela. A ele, se juntou recentemente um problema conhecido como “efeito Mura”, que costuma dar muita dor de cabeça a quem investe em produtos com tela OLED.
Neste artigo, vamos explicar em detalhes como cada um desses efeitos ocorre, e quais são as condições mais comuns para que eles surjam. Confira nossas explicações e, após finalizar a leitura, não se esqueça de deixar sua opinião sobre o assunto em nossa seção de comentários.
Burn-in: queimando elementos em sua tela
O efeito conhecido como “Burn-in”, também chamado de “imagem fantasma”, não é algo exatamente novo. Até mesmo os antigos televisores de tubo conviviam com o problema, em que um determinado elemento fica marcado na tela mesmo após o aparelho ter sido desconectado de qualquer fonte de energia.
Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in
O problema é reflexo de um uso não uniforme dos pixels que constituem uma tela, cuja degradação de luminescência pode fazer com que determinados elementos fiquem marcados permanentemente em uma área. Quanto mais tempo um item específico aparece de maneira fixa na tela (como os indicadores de um jogo, por exemplo), maiores as chances de que a “queimadura” ocorra.
O tempo que leva para o efeito surgir varia conforme os elementos que são exibidos de maneira constante pelo produto utilizado: um smartphone que exibe uma barra lateral permanente, por exemplo, têm mais chances de ficar com essa imagem marcada do que um produto em que esse elemento desaparece de forma automática.
Embora o “Burn-in” seja associado geralmente a displays de Plasma, não são somente eles que apresentam o problema. Em telas OLED, por exemplo, a degradação natural dos componentes faz com que os pixels tendam a dar preferência a uma única cor (normalmente, eles alternam entre tons de verde, vermelho e azul), o que pode fazer com que surjam certas marcações em locais fixos.
Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in
Já em painéis LCD convencionais, o efeito ocorre porque determinados pixels perdem a capacidade de retornar a seu estado “relaxado”. Nesse caso, também ocorre um efeito conhecido como “permanência de imagem transiente”, causado por um acúmulo de carga em determinadas áreas — conforme o próprio nome desse problema deixa claro, ele não tem consequências permanentes e tende a sumir em pouco tempo.
Como evitar o problema?
Para evitar que esse problema ocorra, foram desenvolvidas soluções como os protetores de tela, aquelas pequenas animações que passam enquanto seu computador entra em repouso. Esse recurso atua como uma forma de se certificar de que nenhum pixel vai ficar estático, o que evita o efeito de “queimadura” deixado na tela.
Nos casos em que esse tipo de solução se mostra pouco prática, como em televisores com display de Plasma, fabricantes utilizam métodos variados para evitar ou reduzir o efeito. Entre eles está a rotação discreta dos pixels exibidos na tela, algo que, embora não seja notado pelo olho humano, acaba reduzindo de forma substancial a aparição do problema.
Mura: nuvens em sua tela
Semelhante ao “Burn-in” em sua capacidade de causar irritações, o efeito “Mura” (o equivalente japonês à palavra “irregularidade”) é constituído pela aparição de áreas semelhantes a nuvens em displays LCD. Relativamente comum, o problema é causado por uma falta de consistência no processador de um aparelho no que diz respeito ao controle da intensidade de luz exibida por diferentes pontos de uma tela.
Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in
Esse erro de calibragem geralmente é responsabilidade das próprias linhas de montagem, e sua solução envolve a substituição de partes eletrônicas internas, algo que nem sempre se mostra possível. O efeito é resultado de painéis montados de forma incorreta (cuja pressão acaba destruindo determinados pixels), de células de iluminação com tamanho não uniforme e de impurezas como elementos químicos ou poeira que se infiltram nos painéis durante seu processo de produção.
Para detectar se o seu dispositivo sofre com o problema, é possível realizar alguns testes simples e observar se há a ocorrência de disparidades na iluminação da tela. Primeiro certifique-se de que o nível de retroiluminação do painel corresponde às determinações de fábrica, e em seguida observe o desempenho de seu produto em condições com baixa luminosidade ambiente e em situações em que há diversos elementos negros em uma cena escura.
Como se prevenir?
Infelizmente, não existe uma forma garantida de se prevenir contra o efeito Mura, já que ele é mais uma consequência de processos de fabricação falhos do que de atitudes que o consumidor possa realizar. No entanto, é possível limitar a aparição do problema deixando seu monitor ou televisão em um ambiente bem iluminado, o que vai exigir um nível de retroiluminação menos intenso.
Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in
Vale notar que isso não vai significar o desaparecimento do efeito, simplesmente vai fazer com que ele não seja notado de maneira tão clara. O fato é que esse problema não é exatamente novo, embora somente agora tenha começado a chamar atenção — o motivo para isso é simples: conforme painéis LCD enormes se tornam cada vez mais comuns dentro de nossas casas, mais notáveis ficam as deficiências com as quais as fabricantes não precisavam se importar tanto até pouco tempo atrás.
Ninguém está a salvo
Apesar de ambos os problemas listados neste artigo não serem algo que afeta todos os televisores, smartphones ou video games portáteis vendidos atualmente, é preciso ficar atento ao fato de que, eventualmente, você poderá ter que lidar com eles. Isso porque os dois efeitos são consequências naturais das tecnologias e processos de montagem usados pela indústria dos eletrônicos.
Assim, a melhor forma de se precaver é procurar fazer testes compreensivos de um produto antes de levá-lo para casa. Certas linhas de televisores, por exemplo, costumam apresentar mais o efeito Mura do que outras fabricadas pela mesma empresa — resultado de linhas de produção diferenciadas.
Telas OLED: o que são os efeitos Mura e Burn-in
Da mesma forma, a presença de imagens “queimadas” na tela também pode ocorrer em qualquer produto eletrônico, esteja ele equipado com um painel LCD ou Plasma. Nesse caso, atitudes simples como trocar de canal ou de jogo eletrônico de tempos em tempos (evitando que certos elementos fixos sejam exibidos durante um período extenso) ou usar protetores de tela podem evitar que o problema ocorra — porém, na prática, ele ainda pode acontecer.
Conforme a indústria evolui, a expectativa é que o surgimento desses e de outros defeitos tenda a diminuir, embora seja difícil acreditar que eles vão desaparecer completamente. Dessa forma, a melhor forma de se precaver é observar com cuidado os produtos disponíveis nas lojas e ouvir a opinião de conhecidos e amigos antes de levar para casa um produto que pode gerar mais dor de cabeça do que satisfação.

Miyamoto explica as cores verdes da roupa de Luigi

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Nós estamos tão acostumados com a dupla de encanadores mais célebre do universo dos games que nem nos perguntamos por que eles são como são. Por exemplo, por que raios o Luigi possui roupas verdes e não vermelhas como seu irmão Mario? Será só para diferenciar um do outro?
O criador da franquia, Shigeru Miyamoto, disse em entrevista à revista Rolling Stone qual é a origem desse pequeno mistério iniciado com o lançamento de Mario Bros. O macacão azul dos dois é idêntico, porém as mangas e os chapéus possuem cores diferentes.
As limitações de memória da época, 1983, não permitiam que muitos elementos ou cores “pipocassem” na tela, por isso o segundo personagem criado precisava ser idêntico ao primeiro. O único jeito de deixar os dois heróis diferentes era pela utilização de cores distintas.
Ao analisar as cores disponíveis no jogo, os desenvolvedores optaram pelo tom de verde que também foi utilizado nas tartarugas do game, só que elas possuíam cores mais escuras para diferenciá-las dos protagonistas. E essa é a aparência que caracteriza o Luigi que conhecemos até hoje.

Quem sou eu

uma pessoa que nao desiste nunca